Corrupção e falta de ética na Petrobrás

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A FUP questionou o tratamento que os gestores da Petrobrás deram ao caso do diretor de Governança, Risco e Conformidade, João Adalberto Elek, envolvido em caso de conflito de interesses. O diretor contratou sem licitação a empresa Delloitt, onde sua filha trabalha, por R$ 25 milhões.

A FUP lembrou que a Petrobrás impôs aos empregados medidas policianescas, obrigando a categoria subscrever o Código de Ética e o Guia de Conduta e punindo os que se recusassem com o bloqueio às chaves de rede. Além disso, todos os trabalhadores são obrigados a fazerem curso anticorrupção. No entanto, o diretor, que deveria ser o exemplo mor destas condutas, contratado a peso de ouro para ser o xerife que blindaria a companhia de crimes de corrupção, continua ileso. Em vez de ser demitido, foi temporariamente afastado. Leia no portal da FUP a notícia sobre o caso Elek 

O mesmo acontece com o presidente da Petrobrás, Pedro Parente, cujo cargo vem beneficiando os negócios da Prada, empresa da qual é sócio fundador e que é presidida por sua esposa. A FUP denunciou o caso ao Conselho de Administração da empresa, que lavou as mãos para a clara relação de conflito de interesses que marca a sua gestão.   Leia o caso Parente no portal da FUP

Última modificação emQuinta, 14 Setembro 2017 10:54