Horas extras

A Petrobrás mantém o pagamento das Horas Extras em 100%, como assegurado no ACT, voltando atrás na proposta inicial de reduzir a remuneração. Em resposta à solicitação da FUP, a empresa remete à Comissão de Regimes e Jornadas o debate sobre as horas extras gerenciáveis.

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Troca de turno

Em relação ao tempo de troca de turno, a Petrobrás retirou a proposta de pagar essas horas como extraordinárias e mantém a remuneração em 100%, bem como o tempo de passagem de serviço, conforme garantido no ACT.

 

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Nova proposta

A Petrobrás apresenta uma nova proposta, mantendo o reajuste salarial em 1,73% e a validade do Acordo Coletivo por dois anos.

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A FUP volta a se reunir com a Petrobrás e subsidiárias para mais uma rodada de negociação do ACT

A FUP inicia a reunião com a Petrobrás, repudiando o fato da empresa ter recebido o juiz federal Sérgio Moro, o que, no entender da Federação, foi completamente inapropriado. “Não somos contrários ao combate à corrupção, mas não podemos admitir que por conta disso se destrua a Petrobrás e todo um setor que é fundamental para o país, como é a indústria de óleo e gás”, destacou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele citou exemplo de outras empresas que enfrentam problemas graves com corrupção, como a Sansung, a Volkswagen e a SBM, que tiveram executivos presos, mas os investimentos preservados. “A Shell, por exemplo, tem vários processos de corrupção no mundo, está envolvida em lobby aqui no Brasil para ser beneficiada no Pré-Sal e com isenções de tributos e em momento algum teve seus negócios afetados”, denunciou Zé Maria.

“Não aceitamos que um juiz seletivo venha aqui nos ensinar o que fazer, propondo que os trabalhadores sejam dedo-duro, que a evolução patrimonial dos trabalhadores seja acompanhada, gerando crime policialesco na companhia, enquanto os verdadeiros criminosos estão soltos. Pior do que tudo isso é o presidente da Petrobras sugerir monitoramento nos e-mails dos trabalhadores”, criticou Zé Maria, destacando que o custo social da lava jato é muito maior do que os valores que operação devolveu à empresa.

 

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Pressão da categoria faz Petrobrás prorrogar ACT até 31/12

No dia seguinte a FUP ter comunicado à Petrobrás o resultado das assembleias, que aprovaram massivamente o indicativo de greve por tempo indeterminado, caso a empresa insista em retirar direitos da categoria, o RH enviou documento comunicando a prorrogação do Acordo Coletivo de Trabalho até 31 de dezembro.

Mais do que nunca, é fundamental que os petroleiros participem ativamente das mobilizações do dia 30 de novembro, aumentando a pressão sobre os gestores da Petrobrás. A disposição de luta dos trabalhadores é que apontará o tamanho do Acordo Coletivo. Para preservar na íntegra as conquistas da categoria é preciso que os petroleiros deixem claro que, com retirada de direitos, não há acordo.

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