FUP defende que Petrobrás seja voltada para o desenvolvimento do Estado brasileiro

Zé Maria criticou o atual presidente Pedro Parente por descontruir as conquistas da empresa, chegando ao ponto de afirmar que o Pré-Sal foi endeusado e usando o chavão de que a empresa foi vítima de uma roubalheira para tentar justificar a privataria que beneficia as empresas estrangeiras. “E ainda assim, a Petrobrás continua resistindo. Nenhuma empresa do mundo suportaria a porrada que estamos levando desde 2014”, declarou.

  “Qual o futuro que queremos para essa empresa? Esse é o debate. Nós defendemos uma empresa voltada para o desenvolvimento do Estado brasileiro e, infelizmente, nós estamos perdendo todas as oportunidades que conquistamos até 2013”, afirmou o coordenador da FUP.

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A Petrobrás é do povo brasileiro

O gerente executivo de Controladoria da Petrobrás fez uma apresentação sobre a situação financeira da empresa, tentando justificar a venda de ativos e o desmonte do quadro operacional como necessários para reduzir o endividamento.

A FUP criticou duramente o atual modelo de gestão e sua opção em atender exclusivamente aos interesses do mercado, como se a Petrobrás não fosse uma empresa comprometida com o Estado brasileiro. O coordenador da FUP, José Maria Rangel, lembrou que os dois grandes momentos em que a companhia deu um salto em sua trajetória foram as descobertas da Bacia de Campos e do Pré-Sal. “Em ambos os casos, isso só foi possível em função de decisões de Estado”, afirmou.

Ele lembrou ainda que o grau de investimento que a Petrobrás tinha e perdeu só foi conquistado durante a gestão do presidente José Sérgio Gabrielli, quando a empresa era administrada com foco no desenvolvimento nacional.

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FUP quer discutir os rumos da Petrobrás

A FUP cobrou uma reunião específica com a Petrobrás para discutir os rumos da companhia. A venda acelerada de ativos e os desinvestimentos estão destruindo o patrimônio da petrolífera, que está deixando de ser uma empresa integrada de energia, o que compromete o futuro da companhia e a soberania do país. A FUP criticou esse desmonte e reafirmou que tem propostas para que a Petrobrás volte a ser a alavanca do desenvolvimento nacional.

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Desconto assistencial

A FUP informou à Petrobrás que as assembleias aprovaram uma taxa assistencial para subsidiar a campanha reivindicatória e cobrou que a empresa cumpra o que está estabelecido no Acordo Coletivo de Trabalho sobre os procedimentos em relação ao desconto.

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Araucária Nitrogenados

A FUP novamente criticou a ausência de um representante da Araucária Nitrogenados na reunião que abre o processo de negociação com a Petrobrás e suas subsidiárias. A empresa informou que um assessor de RH está acompanhando a mesa e que nas próximas rodadas, terá alguém da gestão presente. A FUP também cobrou uma reunião específica entre o RH da Petrobrás e da Araucária Nitrogenados com a FUP e o Sindiquímica-PR para resolver os problemas do plano Petros Ultrafertil.  A empresa se comprometeu a agendar a reunião.

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Corrupção e falta de ética na Petrobrás

A FUP questionou o tratamento que os gestores da Petrobrás deram ao caso do diretor de Governança, Risco e Conformidade, João Adalberto Elek, envolvido em caso de conflito de interesses. O diretor contratou sem licitação a empresa Delloitt, onde sua filha trabalha, por R$ 25 milhões.

A FUP lembrou que a Petrobrás impôs aos empregados medidas policianescas, obrigando a categoria subscrever o Código de Ética e o Guia de Conduta e punindo os que se recusassem com o bloqueio às chaves de rede. Além disso, todos os trabalhadores são obrigados a fazerem curso anticorrupção. No entanto, o diretor, que deveria ser o exemplo mor destas condutas, contratado a peso de ouro para ser o xerife que blindaria a companhia de crimes de corrupção, continua ileso. Em vez de ser demitido, foi temporariamente afastado. Leia no portal da FUP a notícia sobre o caso Elek 

O mesmo acontece com o presidente da Petrobrás, Pedro Parente, cujo cargo vem beneficiando os negócios da Prada, empresa da qual é sócio fundador e que é presidida por sua esposa. A FUP denunciou o caso ao Conselho de Administração da empresa, que lavou as mãos para a clara relação de conflito de interesses que marca a sua gestão.   Leia o caso Parente no portal da FUP

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FUP avalia como abusivo o equacionamento da Petros

A FUP reafirmou a discordância com a proposta da Petros de equacionamento do déficit do Plano Petros-1, destacando que, além de abusiva e injusta, ela não resolve os problemas estruturais do plano. A FUP cobrou a criação de um grupo de trabalho para tratar desta questão.

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Petrobrás age de má fé, e FUP cobra em mesa

A FUP e seus sindicatos iniciam a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2017/2019 questionando a ausência de um representante da Araucária Nitrogenados na mesa.

Além disso, a Federação também criticou a empresa por utilizar as listas de presença de reunião de negociação em ações judiciais referentes a efetivos, induzindo o judiciário a acreditar que as entidades sindicais ratificaram as ações da companhia, sendo uma prática de má fé negocial. A FUP afirmou aos diretores da Petrobrás que só irá assinar listas de presença com a ressalva de que não significam a concordância com o que é discutido em mesa.

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Acompanhe daqui a pouco a primeira rodada de negociação

Em assembleias convocadas pelos sindicatos da FUP, os trabalhadores do Sistema Petrobrás aprovaram praticamente por unanimidade o Termo Aditivo à Pauta de Reivindicações, com salvaguardas para combater os efeitos da contrarreforma trabalhista e da terceirização. O documento será discutido com a empresa nesta quinta-feira, 14, durante a primeira rodada de negociação da campanha reivindicatória, que já se apresenta como uma das mais difíceis da história da categoria.

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