A questão que é fundamental para todos nós, é a segurança, a vida e a saúde dos petroleiros

“O mundo que vocês pintam aqui na mesa é irreal. Vocês falam que a política de SMS da empresa está bem melhor, quando os acidentes diários dizem o contrário”, continua questionando a FUP na mesa de negociação com a Petrobrás. “O Acordo garante a participação do sindicato na comissão de apuração, mas a empresa cria procedimentos internos para descumprir o acordado, insistindo em deixar os trabalhadores e suas representações sindicais alijados do processo de debate de uma questão que é fundamental para todos nós, que é a segurança, a vida, a saúde dos petroleiros”, destaca a FUP, criticando veementemente a negativa da Petrobrás de garantir a participação do sindicato na comissão de apuração do acidente na Replan.

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Acidente tirou refinaria de operação e levou pânico aos trabalhadores e à comunidade

A FUP continua rebatendo a decisão arbitrária da direção da Petrobrás de negar a participação do sindicato na comissão de apuração do acidente ocorrido dia primeiro na Replan, que tirou a refinaria de operação por dias seguidos, levando pânico aos trabalhadores e à comunidade. Os petroleiros estão questionando a falta de transparência da empresa, que está querendo minimizar a gravidade do acidente, tratando o caso como uma ocorrência normal. “O acidente foi gravíssimo, houve erros dos gestores na condução da emergência e está claro aqui que a empresa quer esconder isso”, afirmou a FUP.

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Trabalhadores estão inseguros

A Petrobrás negou a participação do sindicato, alegando que não foi um acidente e, sim uma “ocorrência de classe nível zero”. A FUP questionou, afirmando que houve reversão do craqueamento e os trabalhadores estão inseguros, assim como a comunidade local, e precisam de esclarecimentos da empresa sobre a segurança operacional da Replan. “Se a empresa não quer a participação do sindicato é por que tem algo a esconder?”, questionou a FUP.

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FUP cobra participação na apuração do acidente na Replan

A FUP começou a reunião cobrando um posicionamento da Petrobrás sobre a participação do Sindipetro Unificado de São Paulo na comissão de apuração do acidente que ocorreu na Replan, que sofreu uma parada operacional de emergência no dia primeiro deste mês e teve suas atividades interrompidas. Os trabalhadores ficaram em pânico,  expostos à uma fumaça tóxica, sem saber o que fazer, pois o alarme e o plano de abandono das áreas não foram acionados devidamente.

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Começa agora a reunião com a Petrobrás

Parte da direção da FUP está reunida neste instante para mais uma rodada de negociação com a Petrobrás e subsidiárias. A maior parte das direções sindicais está nas bases participando das mobilizações contra a retirada de direitos que as centrais estão realizando em todo o país.

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Negociações prosseguem hoje, acompanhe aqui

Em documento enviado à FUP na tarde da última quarta-feira, 08, a Gerência de Recursos Humanos da Petrobrás comunicou o agendamento de nova reunião para hoje, sexta-feira (10/11), às 10 horas, "para dar prosseguimento às negociações e apresentação de proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho 2017".

Os petroleiros, junto com várias outras categorias, estarão mobilizados em todo o país, durante o Dia Nacional de Luta convocado pelas centrais sindicais contra a retirada de direitos que o governo ilegítimo de Temer vem impondo aos trabalhadores. 

A contrarreforma trabalhista entra em vigor amanhã, acabando com direitos históricos, fragilizando as relações de trabalho, oficializando o "bico" e alterando profundamente a legislação trabalhista, que passa agora a proteger o patrão, em vez do trabalhador. 

No rastro destes ataques, estão a liberação do trabalho escravo e o demonte da Previdência Pública.

É importante que os trabalhadores próprios e terceirizados do Sistema Petrobrás participem ativamente dos atos e manifestações desta sexta-feira. A retirada de direitos também está na pauta da gestão da empresa e vem sendo duramente combatida pela FUP, que vem alertando a categoria desde o início da campanha reivindicatória de que o Acordo Coletivo terá o tamanho da luta dos petroleiros. 

 

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FUP não aceita proposta com retirada de direito

A FUP conclui a reunião reafirmando que as escolhas que a Petrobrás está fazendo são erradas, como o SMS está apontando, e destaca que, mais uma vez, os gestores estão atrasando a negociação, ao tentarem deixar os trabalhadores da Araucária Nitrogenados de fora do processo. “Não há acordo com redução de direitos e sem a participação de todos os trabalhadores do Sistema Petrobrás, incluindo os da Fafen-PR”, reiterou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

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Derramamento de óleo no RN

A FUP informa a ocorrência de mais um acidente em unidade da Petrobrás. Desta vez em uma plataforma no Rio Grande do Norte, onde houve um derramamento de óleo no mar.

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FUP exige renovação do ACT

“Essa proposta apresentada pela empresa já foi rejeitada pelos trabalhadores nas bases”, reafirma o coordenador da FUP, José Maria Rangel. “Estamos diante de um cenário de completa insegurança jurídica. As empresas estão com medo do que pode vir por aí e por isso preferem renovar os acordos que já têm com seus trabalhadores”, destacou, voltando a exigir a renovação do ACT.

O coordenador da FUP criticou a incoerência dos gestores da Petrobrás, que descumprem cláusulas essenciais do Acordo Coletivo, como as questões de SMS, e exigem o cumprimento da relação de custeio da AMS. “É assim com tudo, o caso Elek é simbólico. Que governança é essa, onde um diretor envolvido em conflito de interesses não é sequer punido, enquanto exige que os trabalhadores assinem termos de ciência no Código de Ética e no Guia de Conduta?”, questionou.

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