Petrobrás insiste em retirar direitos

O RH da Petrobrás volta a reafirmar que não considera os pontos apresentados como retirada de direitos, insiste no prazo até o dia 10 para apresentar uma proposta final, destacando que está aberto à negociação e que vai postergar até 30 de novembro a vigência do atual Acordo Coletivo.

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Petrobrás apresenta proposta

O RH começa a apresentação pontual das propostas que alteram conquistas e direitos dos trabalhadores, como benefícios, regimes e jornadas, vantagens, adicionais, entre outros capítulos do Acordo Coletivo.

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FUP repudia Leilão do Pré-Sal

O diretor da FUP, Tadeu Porto, repudiou as declarações e a postura do presidente da Petrobrás, Pedro Parente, durante o leilão do pré-sal, que se posicionou como governo, como se a empresa que comanda não fosse parte interessada na disputa dos blocos licitados. “Ele chegou ao ponto de afirmar que não somos capazes de explorar o pré-sal. Uma empresa, como a Petrobrás, que, graças aos investimentos que recebeu, descobriu essas reservas e passou a ser responsável por 13% do PIB, não pode ser tratada desta forma”, reiterou. “Esse complexo de vira latas já fez nosso país entregar o ouro, o café, nossos minérios e irá levar nosso petróleo também”, destacou.  “Queremos saber se do outro lado da mesa estão trabalhadores da Petrobrás ou do governo”, questionou Tadeu.

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Nenhum direito a menos

A FUP reitera a importância dos petroleiros preservarem os direitos garantidos no Acordo Coletivo e volta a questionar os gestores da Petrobrás por tentarem impor aos trabalhadores uma proposta que retira e reduz direitos. “Não temos dúvidas de que essa é mais uma decisão política da atual gestão”, afirmaram os dirigentes sindicais, destacando que outras categorias conseguiram preservar seus Acordos, seja através do processo de negociação ou via TST, como ocorreu recentemente com os trabalhadores dos Correios.

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Desrespeito com trabalhadores da FAFEN-PR

A FUP cobrou novamente a manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho e questionou a Araucária Nitrogenados por ainda não ter enviado sequer a minuta da proposta que já foi apresentada pelas demais subsidiárias. A FUP questionou o desrespeito com que os gestores da Petrobrás vêm tratando a situação dos trabalhadores da Araucária, que até hoje não receberam o ATS, o que contraria o acordado firmado com a categoria em novembro de 2015.

O desplante da gestão da Petrobrás com esta situação é tamanho que em recente audiência na Justiça do Trabalho do Paraná, os representantes da empresa trataram com deboche um compromisso que foi assumido pessoalmente pelo presidente da companhia na época e dirigentes que ainda estão na gestão da Petrobrás.

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Gestores tentam esconder acidente na Refinaria de Paulínea

A incompetência da gestão para responder à grave ocorrência na REPLAN comprova a irresponsabilidade da empresa com a vida dos trabalhadores. A coordenadora do Sindipetro Unificado, Cibele Vieira, denuncia que a gerência da Refinaria não acionou a brigada de emergência, não evacuou a área, nem ligou o alarme no devido tempo, com o objetivo de esconder a gravidade do fato e, consequentemente, a responsabilidade da gestão. "Não querem configurar como acidente a ocorrência, a ponto de não incluírem sequer o sindicato na comissão de apuração, o que é descumprimento do ACT". A FUP deixou claro que os trabalhadores só retomarão a partida da REPLAN se houver condições seguras e repudiou o fato do gerente executivo de SMS da Petrobrás sequer estar presente à reunião para responder aos questionamentos dos trabalhdores.

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FUP questiona segurança na REPLAN

A FUP e seus sindicatos iniciam mais uma rodada de negociação com a Petrobrás e subsidiárias, questionando a gestão da empresa por mais um acidente grave em uma unidade operacional. A REPLAN, maior refinaria do país, está com todas as atividades paralisadas desde quarta-feira, 01, após uma falha operacional que poderia ter causado uma grande tragédia. Os trabalhadores em pânico, ficaram expostos à uma fumaça tóxica, sem saber o que fazer, pois o alarme e o plano de abandono das áreas não foram acionados devidamente. A FUP exibe neste momento o vídeo produzido pelo Sindipetro Unificado de São Paulo.

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Sistema de consequências pra quem?

O coordenador do Sindipetro Bahia, Deyvid Bacellar, criticou duramente o sistema de consequências da empresa, que pune trabalhadores e protege os gestores, enquanto os acidentes seguem fazendo vítimas. As regras de ouro são uma prova disso. "A empresa cria procedimentos, mas os próprios gestores descumprem", ressaltou, ao citar o exemplo do recente acidente em uma sonda da Perbrás contratada pela Petrobrás na Bahia. Dois trabalhadores sofreram queimaduras graves, um deles está com 74% do corpo queimado, e as apurações iniciais da comissão de investigação do acidente apontam que uma das causas foi a decisão dos gestores de retirar os queimadores das sondas de produção, o que levou ao vazamento de gás.
Deyvid ressaltou que, mesmo com todas as denúncias feitas pelos sindicatos ao Ministério Público do Trabalho, os gestores da Petrobrás preferem pagar multas do que cumprir as determinações dos órgãos fiscalizadores.

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Com redução de direitos, não há acordo

A FUP tornou a frisar para os representantes da Petrobrás que não há justificativa econômica para a redução de direitos, o que deixa claro que o desmonte proposto pela empresa é movido por interesses ideológicos. “A primeira estratégia desta gestão foi tentar justificar a privatização usando a desculpa da ‘roubalheira’. A outra estratégia é tentar esconder o pré-sal, fazendo de conta que a companhia não tem esse ativo bilionário”, afirmou o coordenador da FUP, respondendo às argumentações do RH da Petrobrás, que tenta imputar à dívida da empresa todas as decisões de gestão, inclusive a de redução de direitos, via desmonte do ACT.

A FUP fechou a reunião cobrando a continuidade do processo de negociação, deixando novamente claro que com redução de direitos, não há acordo.

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